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Registro de autoridade

Bomfim Netto, Orlando

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1941 -

Roteirista, diretor, diretor de produção, fotógrafo, cineasta, Orlando Bomfim Netto, natural de Minas Gerais, residiu no no Rio de Janeiro, fixando-se, a partir de 1980, no Espírito Santo.
Conhecido pela produção de curtas e médias-metragens, Orlando Bomfim foi um dos fundadores, diretor e presidente da Associação Brasileira de Documentaristas do Rio de Janeiro e também fundador da Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas-Metragens do Espírito Santo. Presidiu o Departamento Estadual de Cultura (DEC) do Espírito Santo e foi diretor da TVE capixaba.

Borba, Ângela

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1953 - 1998

A titular nasceu no Rio de Janeiro em 04 de abril de 1953. Ingressou no curso de Sociologia da PUC em 1972 e transferiu-se para o curso de História, graduando-se em 1976. Participou ainda do movimento feminista e ingressou na Ação Popular Marxista-Leninista em 1976, criando dentro da organização um coletivo feminino. Foi militante dessa organização até o início da década de 1980, juntamente com o seu companheiro Jair Ferreira de Sá, com quem teve um filho, Miguel, em 1982. Participou da formação do Partido dos Trabalhadores e organizou a Secretaria Nacional de Mulheres desse Partido. Faleceu no Rio de Janeiro em 1998.

Em meados da década de 1960, a Ação Popular rompe com o catolicismo e passa a se chamar Ação Popular Marxista-Leninista. A trajetória dessa organização foi marcada por cisões internas que a levaram à unificação com o Partido Comunista do Brasil, à aliança com a Organização Revolucionária Marxista – Política Operária e com o Movimento Revolucionário 8 de Outubro, em diferentes momentos da sua história. No início da década de 1980 a Ação Popular Marxista-Leninista cessa suas atividades. A titular, que foi dirigente da Ação Popular e da Ação Popular Marxista-Leninista, militou também no Partido dos Trabalhadores.

Borges, Luís Carlos Barreto

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1928 -

Cearense, vive desde 1947 na cidade do Rio de Janeiro, tornou-se um dos maiores produtores cinematográficos do Brasil. Como jornalista profissional, foi repórter e fotógrafo da Revista "O Cruzeiro" nos anos 50 até 1963, tendo sido correspondente dessa revista na Europa, durante os anos de 1953 e 1954.

Na profissão de repórter, cobriu importantes acontecimentos nacionais e internacionais e graduou-se em Letras pela Sorbonne, em Paris.

Barretão, como é conhecido, começou no cinema em 1961, como co-autor do roteiro e co-produtor do filme Assalto ao Trem Pagador, dirigido por Roberto Farias. Essa película obteve um enorme sucesso, tanto no Brasil, como no exterior. A partir de então começou uma série de grande produções cinematográficas, divididas com uma importante atividade política e cultural. Luiz Carlos Barreto é um dos homens chave do chamado Cinema Novo, revolucionou o Cinema latino Americano.

Como diretor de fotografia em cinema é autor das concepções fotográficas de Vidas Secas e Terra em Transe, que revolucionaram o estilo fotográfico dos filmes brasileiros.

Luiz Carlos Barreto, juntamente com sua mulher Lucy Barreto, detêm a marca da produção de mais setenta filmes brasileiros de curta e longa-metragens. Além dos filmes que marcam sua carreira como produtor, é pai de Bruno Barreto e Fábio Barreto - dois diretores dos mais importantes da geração pós-Cinema Novo - e Paula Barreto, formada em Comunicação Social.

É um dos sócios do Grupo Consórcio Brasil, que junto com a Globosat administra o Canal Brasil.

Borja, Célio de Oliveira

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1928 -

Célio de Oliveira Borja, filho de Francisco Felinto de Oliveira e Maria Benjamim Borja, nasceu a 15/07/1928, no Rio de Janeiro. Bacharel (1951) e doutor (1957) em Ciências Jurídicas e Sociais e livre docente de Direito Constitucional da Universidade do Estado da Guanabara, atual Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Foi professor de Direito no período de 1961 a 1964. Como parlamentar, foi deputado estadual pela União Democrática Nacional-UDN/GB, (1963-1967), membro das comissões de Legislação Social e de Constituição e Justiça (1971), deputado federal pela ARENA/RJ, em duas legislaturas (1971-1975 e 1975-1979), líder do governo e da maioria (1974), presidente da Câmara dos Deputados-CD (1975-1976), presidente do Grupo Brasileiro de União Interparlamentar (1975-1976), deputado pelo Partido Democrático Social (PDS/RJ), presidente da CPI destinada a investigar a situação do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e avaliar a política do governo federal para sua defesa e conservação da CD (1980-1981), além de ter participado de várias missões no exterior., Exerceu ainda os cargos de assessor jurídico da Comissão de Supervisão de Órgãos Autônomos do Ministério da Justiça e Negócios Interiores (1959), Secretário de Estado de Governo do antigo estado da Guanabara (1964-1965), diretor da Carteira de Habilitação e Hipotecas da Caixa Econômica Federal do Rio de Janeiro (1967-1970), diretor vice-presidente e membro do Conselho de Administração do BRJ - Participações S.A. (1983-1985), assessor-chefe da Assessoria Especial do Presidente da República (1985-1986).Também foi Ministro do Supremo Tribunal de Justiça (1986-1992), Ministro Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (1991-1992) e Ministro da Justiça (1992). Recebeu diversas condecorações. Publicou os trabalhos: "Competência privativa do chefe de Estado no Ato Adicional" (1963), "A Federação na Constituição do Brasil" in Estudos sobre a Constituição Brasileira (1968), "Intelectual Property and Peace in Celebration of the International Year of the Peace, by the World Intellectual Property Organization", além de conferências, estudos e artigos. Foi empossado reitor da Universidade Santa Úrsula em 16 de dezembro de 1999.

Botelho, Antonio Carlos de Arruda

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1827 - 1901

Antônio Carlos de Arruda Botelho, conde de Pinhal, nasceu em São Paulo em 1827, e faleceu em 1901. Foi vereador e presidente da Câmara de Araraquara (1857-1860), deputado provincial (1864-1889), chefe do Partido Liberal em São Paulo (1881) e deputado geral (1889).

Brack, Carlos Henrique

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1935 - 2016

Filho de Tupy Brack e Sílvia Carmem Tripoli, nasceu em 1935 e faleceu em abril de 2016, aos 81 anos.
Ingressou no Colégio Naval aos 15 anos, seguiu carreira, chegando a oficial da Marinha.
Foi guarda-marinha, serviu no caça-submarino Guajará e como encarregado da Divisão de Operações no contratorpedeiro Marcílio Dias.
Como primeiro-tenente, serviu no navio-hidrográfico Canopus e no Estado-Maior do Comando do Sétimo Distrito Naval em Brasília.
Em 1968, foi nomeado comandante da corveta Iguatemi. Nesta época, participou de atividades do serviço de inteligência do governo militar (1964-1985).
Entre os anos de 1972 e 1976, lecionou na Escola de Guerra Naval. Foi designado instrutor da Área de Estudo II (administração logística), Área III (política e estratégia) e Área IV (operações navais), tendo cooperado inúmeras vezes com a Área I (jogos de guerra).
Deixou, nesta escola, folhas de informações e duas publicações: EGN-331 – Informações e Noções de Teoria de decisão.
Em 1976, foi transferido para a reserva.
Brack é o autor do livro Maria Japona e outras histórias, lançado em 1991.

Bragança, João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís António Domingos Rafael de

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1767 - 1826

No início do século XIX, a Europa vivia a expansão do império napoleônico, que decretou um bloqueio comercial à Grã-Bretanha. Neste contexto, Portugal se viu dividido entre a ameaça francesa e o apoio à Inglaterra, sua aliada histórica. Diante de um impasse, D. João optou por transferir a sua corte para o Brasil em 1808, sob escolta inglesa, regressando a Lisboa apenas em 1821.
A coleção reflete o funcionamento do gabinete do príncipe-regente e depois rei, uma espécie de secretaria privativa que acumulava a documentação recebida por motivos pessoais ou de Estado, garantindo ao governante informações necessárias para fundamentar suas decisões.

Brandão, Carlos Augusto Dauzacker

  • Dado não disponível
  • Pessoa

Carlos Augusto Dauzacker Brandão, Diretor do CPCB, faleceu no último dia 4 de maio. Pesquisador, jornalista e crítico de cinema, era Diretor da FIPRESCI (Federação Internacional da Crítica Cinematográfica) para História do Cinema e Contatos com Cinematecas.

No CPCB, coordenou a restauração dos filmes Aviso aos Navegantes, Tudo Azul, Menino de Engenho, O País de São Saruê, O Homem que Virou Suco, Rico Ri à Toa e A Hora da Estrela.

Programador do Festival do Rio e membro da Academia Brasileira de Cinema, propôs a criação do “Prêmio Preservação”, aprovado na gestão de Roberto Farias.

Era Conselheiro da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ), tendo sido Presidente em dois mandatos. Desde 2001 era delegado representante da ACCRJ nas assembleias da FIPRESCI. Seu último texto foi sobre o filme “Música e Lágrimas”, de Anthony Mann, para a Mostra O Jazz Vai a Hollywood (Cinemateca do MAM).

Carlos Brandão foi um lutador incansável pela preservação da memória fílmica brasileira. Em suas palestras em festivais nacionais e internacionais sobre cinema, independentemente do tema focado, ele fazia questão de reafirmar a mensagem abaixo:

Brandão, Francisco de Carvalho Soares

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1839 - 1899

Francisco de Carvalho Soares Brandão nasceu em Pernambuco a 31 de outubro de 1839 e faleceu em novembro de 1899. Foi presidente das províncias das Alagoas (1878), Rio Grande do Sul (1881), senador e conselheiro do Império (1882), ministro dos Negócios Estrangeiros (1883-1884) e diretor do Banco Nacional (1889).

Brandão, João Coelho

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1874 - 1961

Engenheiro civil, trabalhou por 40 anos na Repartição Geral dos Telégrafos (RGT), tendo chegado ao posto de engenheiro-chefe da RGT nos distritos telegráficos de Pernambuco e Olinda.

Briggs, Artur Eduardo Raoux

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1860 - 1923

Artur Eduardo Raoux Briggs (n. 1860), pai de Moacir Ribeiro Briggs, atuava Secretaria de Estados das Relações Exteriores (década de 1910). Entre vários cargos e funções desempenhados no âmbito da referida pasta, Artur Briggs chefiou a 1ª Seção (Protocolo), foi diretor da Seção de Negócios Políticos e Diplomáticos, assim como integrou a Diretoria de Contabilidade. Artur Briggs é autor e co-autor de livros na área de direito internacional, tendo publicado, entre outros estudos, Extradição: tratados vigentes entre o Brasil e outros países, este em co-autoria com Clovis Bevilaqua (1909), Cartas rogatórias (1913), Extradição de nacionaes e estrangeiros: commentarios e informações sobre a lei n. 2.416, de 28 de junho de 1911 (1919).

Briggs, Moacir Ribeiro

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1900 - 1968

Moacir Ribeiro Briggs (Niterói, 10 de julho de 1900), filho de Artur Raoux Briggs e de Francisca Eduarda Ribeiro, formou-se em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro (1923).
Iniciou a carreira diplomática como terceiro oficial, servindo na Secretaria do Ministério das Relações Exteriores (abril 1918), integrou comissão incumbida de organizar os trabalhos para a Conferência de Paz (1919), foi auxiliar da Diretoria Geral dos Negócios Diplomáticos e Consulares do Itamaraty (abril 1919-fevereiro 1920, fevereiro 1920-agosto de 1923), auxiliar de gabinete do ministro das Relações Exteriores (1922-1926), representante do referido Ministério no Congresso Nacional de Estradas de Rodagem (fevereiro 1924-1926), segundo oficial na carreira diplomática (novembro 1926), encarregado do Serviço de Passaportes do Itamaraty (novembro 1928-junho 1930), secretário da banca examinadora do concurso para terceiro oficial (junho 1929, julho 1930), responsável pelo Serviço de Comunicações do Itamaraty (outubro 1929), examinador de concursos de datilógrafos do Ministério (1929 e maio de 1930), secretário das comissões examinadoras de concurso da Secretaria de Estado (dezembro 1930), segundo secretário (janeiro 1931), cônsul de segunda classe (maio 1931), secretário da Comissão de Promoções e Remoções da Secretaria de Estado (20 maio 1931), cônsul de primeira classe (dezembro 1931), ministro de segunda classe (dezembro 1938).
No início da década de 1930, esteve à disposição do Ministério da Educação (abril 1932) e do Ministério da Guerra (julho 1932), tendo sido incumbido de acompanhar os trabalhos de impressão dos tratados assinados com a Argentina e o Uruguai. Auxiliou os serviços da Comissão Mista de Reforma Econômico-Financeira (julho 1935), esteve à disposição da Secretaria da Presidência da República (outubro 1936), integrou o Conselho Federal de Serviço Público (dezembro 1936). Foi diretor da Divisão de Organização e Coordenação do Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP) (agosto 1938), integrou a Comissão Organizadora da Justiça do Trabalho (julho de 1939), orientou os trabalhos da Comissão de Reorganização da Diretoria do Imposto de Renda (março de 1940), participou da Comissão Reorganizadora do Departamento Nacional de Indústria e Comércio (outubro de 1941) e do Conselho Deliberativo do DASP (1941-1942, 1943-1944, 1945-1946). Substituiu o diretor-geral do DASP em diversas ocasiões, tendo chegado a assumir, embora por curto prazo, a direção-geral do órgão, nomeado pelo presidente da República (5 novembro-11 dezembro 1945).
Ao retornar às atividades no Itamaraty na década de 1940, assumiu a chefia da Divisão Comercial do Departamento Econômico e Consular (abril 1946-1947), foi chefe da Divisão de Passaportes do Ministério das Relações Exteriores (agosto 1948), membro do Conselho de Imigração e Colonização, chefe interino do Departamento de Administração do Itamaraty (setembro 1948) e, novamente, chefe do Departamento Econômico e Consular (abril de 1949).
Subchefe do Gabinete Civil da Presidência da República (janeiro 1951-julho 1952), promovido a ministro de primeira classe (fevereiro de 1952), foi designado embaixador em Karachi, Paquistão (setembro 1952-agosto 1953).

Brito, Alfredo Luís Porto de

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1936 - 2015

Alfredo Luiz Porto de Britto, arquiteto e urbanista, natural do Rio de Janeiro, faleceu em 25 de novembro de 2015, aos 79 anos.
Arquiteto pela Universidade do Brasil (1961), foi professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) entre os anos de 1973 e 2005 e, também, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), de 2002 a 2015. Foi secretário do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), no início da década de 1960, um dos editores da Revista de Arquitetura e autor de livros como Arquitetura moderna no Rio de Janeiro (1991), junto com Alberto Xavier e Ana Luiza Nobre, Paisagens particulares (2000), com Felipe Taborda e Tom Taborda, e Pedregulho, o sonho pioneiro da habitação popular no Brasil (2015).
Dentre diferentes projetos realizados na cidade do Rio de Janeiro dos quais foi autor e responsável por sua execução, destacam-se a restauração do Conjunto Arquitetônico do Arquivo Nacional, antiga Casa da Moeda, no Centro, entre os anos de 2001 e 2002(?) e o Conjunto Residencial Prefeito Mendes de Morais, conhecido como Pedregulho, no bairro de São Cristóvão, concluído em 2015.
Alfredo Brito manteve, por cerca de 30 anos, uma roda de choro em sua casa, no bairro de Santa Tereza. Era apaixonado por futebol, torcedor do Botafogo e do Barcelona.

Brito, Hélio de

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1902 - 1978

Hélio de Brito nasceu em 8 de janeiro de 1902 e faleceu a 22 de dezembro de 1978. Formou-se em engenharia civil e foi diretor de obras da prefeitura do Distrito Federal (1938), engenheiro-chefe da Comissão Construtora - S.T.E. da Avenida Presidente Vargas e Esplanada do Castelo (1938-1946). Dirigiu, na cidade do Rio de Janeiro, as seguintes obras: Avenida Brasil, Avenida Edson Passos, Avenida Henrique Dodsworth (1938), alargamento do túnel do Leme (1947), garagem subterrânea do Castelo, desmonte do morro da Esplanada do Castelo, Avenida Presidente Vargas, início do túnel Santa Bárbara em Laranjeiras, túnel do Pasmado, início do Aterro da Glória na Praia do Flamengo e o desmonte do morro de Santo Antônio.

Bronca, Helena

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • s/d

José Humberto Bronca era integrante da Guerrilha do Araguaia. Nasceu em 08/09/1934, em Porto Alegre, filho de Huberto Atteo Bronca e Ermelinda Mazzafero Bronca. Sua militância política é anterior ao golpe militar de 1964, quando viajou para o exterior, ficando algum tempo na China. Em 1966 voltou ao Brasil, vivendo na clandestinidade, no Rio de Janeiro, em um pequeno quarto em São João do Meriti. Foi um dos primeiros militantes a chegar na região do Araguaia, ocupando a posição de Vice-Comandante do Destacamento B das forças guerrilheiras, até ser deslocado para a Comissão Militar, onde fazia parte da Guarda.
Foi visto pela última vez por seus companheiros no dia 25 de dezembro de 1973, quando foram atacados pelas Forças Armadas, no local de acampamento.
O relatório do Ministério da Marinha registra que foi morto em 13 de março de 1974.

José Huberto Bronca, nasceu em na cidade de Porto Alegre/RS no dia 8 de setembro de 1934. Era militante do PC do B e ingressou na luta armada, participando da Guerrilha do Araguaia. Foi um dos primeiros a chegar na região do Araguaia. Segundo seus companheiros, foi visto pela última vez em 25 de dezembro de 1973. Relatório da Marinha apresenta como a data de sua morte o dia 13 de março de 1974.
Sua mãe, Ermelinda Mazzaferro Bronca, tomou conhecimento do desaparecimento de seu filho através do jornal EM TEMPO, no qual foi publicada uma lista com 253 nomes de mortos e desaparecidos. A partir de então iniciou uma grande busca pelo paradeiro de seu filho, participando de reuniões de grupos de Direitos Humanos pelo Brasil. Frequentava as reuniões do Grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo e Rio de Janeiro, na qual, junto com outras mães de desaparecidos vítimas da repressão, criou uma ampla rede de solidariedade entre os familiares desses desaparecidos – o que se percebe em diversas cartas compostos nesse fundo.

Brown, Gustavo Henrique

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1775 - 1859

Gustavo Henrique Brown era marechal de campo reformado de Portugal e coronel do exército inglês, quando foi contratado em Londres, a 12/05/1826, para integrar o exército brasileiro. Serviu no Rio Grande do Sul, na Campanha do Rio da Prata, onde foi chefe do Estado-Maior, comandante de Brigada e de Divisão e comandante do Exército do Sul (1827-1828). Foi nomeado governador das armas do Rio Grande do Sul (1830-1831). Em 1831 foi demitido do Exército por ser estrangeiro, voltou para a Europa e, em 1851, o governo imperial tornou sem efeito sua demissão e o reformou no posto de marechal de campo. Era também dignitário da Ordem do Cruzeiro, escreveu "Defesa e relatório do marechal de campo Gustavo Henrique Brown, perante o Conselho de Guerra (1829)". Faleceu em Dresden, Alemanha, em 28/05/1859.

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