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Registro de autoridade

Silva, Antônio Carlos Simões da

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1871 - 1948

Antônio Carlos Simões da Silva nasceu em 1871 e morreu em 1948. Era advogado, etnólogo e fundou o Museu Simões da Silva (RJ). Foi nomeado, em 1911, agente auxiliar do Arquivo Nacional no Rio de Janeiro. Foi, também, presidente do Instituto Histórico Geográfico Fluminense e membro do Conselho Diretor da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro. Publicou diversos opúsculos, entre eles, O continente americano propulsor da paz (1926).

Leite Júnior, Antonio Dias

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1920 -

Antonio Dias Leite Júnior nasceu em 29 de janeiro de 1920, no Rio de Janeiro. Formou-se em engenharia pela Escola Nacional de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1943), estagiando no ano seguinte na Worthington Pump & Machinery Co., em New Jersey, Estados Unidos (1944).
Já como profissional, atuou na Comissão de Planejamento Econômico, vinculada ao Conselho de Segurança Nacional (1944), ano em que se casou com Marina Alcure Dias Leite. Chefiou a Equipe de Estudos da Renda Nacional da Fundação Getúlio Vargas na segunda metade da década de 1940, ingressando como professor de economia na Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1946) à qual se manteve vinculado até a aposentadoria (1985).
Foi subsecretário para assuntos econômicos na gestão de Santiago Dantas como ministro da Fazenda do Governo João Goulart (1963), presidente da Companhia Vale do Rio Doce no Governo Costa e Silva (1967-1969) e ministro da Minas e Energia (1969-1974).
Leite Júnior participou de numerosos estudos no âmbito da ECOTEC, recebeu a medalha Navarro de Andrade da Sociedade Brasileira de Silvicultura (1981), coordenou a constituição da empresa Aracruz Celulose e publicou inúmeras obras, entre elas A Energia do Brasil, editado pela Nova Fronteira (1997).

Bastos, Antônio Felinto de Sousa

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1878 -

Antônio Felinto de Sousa Bastos nasceu em Santarém, no Pará, em 1878. Deputado federal com várias legislaturas, foi membro da Comissão de Diplomacia e Tratados e relator do parecer que sugeriu à Câmara a aprovação do Tratado de Petrópolis, pelo qual o Acre passou a integrar o território brasileiro. Em 1925, ingressou na carreira diplomática.

Viana, Antônio Ferreira

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1834 - 1905

Antônio Ferreira Viana nasceu em Pelotas, em 1834 e faleceu no Rio de Janeiro, em 1905. Bacharel de Direito (1855), foi deputado do Partido Conservador pelo Rio de Janeiro (1869-1877,1881-1889), ministro da Justiça e do Império (1888), tendo sido agraciado com o título de conselheiro. Escreveu "Conferências dos divinos" (1870), que foi reeditada por Raimundo Magalhães Júnior na publicação "Três panfletários do segundo reinado" (1956).

Lessa, Antônio José da Fonseca

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • século XIX

Antonio José da Fonseca Lessa nasceu na Bahia, no 2º decênio do século XIX. Foi cirurgião, formado pela Academia Médico-Cirúrgica da Bahia, doutor em Medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro, onde recebeu o grau em 1837, cirurgião-mor de brigada, reformado do Corpo de Saúde do Exército e cavaleiro da Ordem de São Bento de Aviz. Escreveu: "Considerações sobre as convulsões puerperais" (1837),"Formulário" do Hospital Militar da província da Bahia (escrito quando o autor exercia o cargo de delegado do cirurgião-mor do exército, na mesma província) e "Acróstico" (com o nome de Hermes Ernesto da Fonseca), oferecido ao comandante das armas da Bahia.

Aquarela Produções Culturais Limitada

  • Dado não disponível
  • Entidade coletiva
  • 1986 -

Com sede em Brasília, a Aquarela Produções Culturais Ltda. foi constituída em 1986, dedicada a atividades de produção audiovisual, fonográfica, editorial e realização de projetos de formação técnica em cinema e vídeo.
Entre os filmes produzidos, premiados, destacam-se os longas-metragens No coração dos deuses e O homem mau dorme bem. Entre os curtas, O último raio de sol, Pequena paisagem do meu jardim, A noite por testemunha, A ópera do malandro, este último em co-produção.
Integram a sociedade, a produtora e atriz Malu Moraes, o roteirista e diretor Geraldo Moraes, o músico e diretor André Moraes e o diretor e ator Bruno Torres.
A atividades da empresa concentram-se principalmente na região centro-oeste do Brasil.
A Aquarela Produções Culturais também realizou peças teatrais, espetáculos musicais, CDs, DVDs, livros, pesquisas, cursos e oficinas, além de auxiliar produtores na identificação de locações em Brasília e no centro-oeste.

Fontes, Arnaldo Luís

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • BR RJANRIO

Arnaldo Luís Fontes foi chefe de reportagem da Agência Nacional e participou ativamente do Projeto Memória da Empresa Brasileira de Notícias (EBN).

Sociedade Baiana de Beneficência

  • Dado não disponível
  • Entidade coletiva
  • 1880 - 1907

A Sociedade Baiana de Beneficência foi fundada em 4 de julho de 1880 com a finalidade de prestar aos sócios e às suas famílias cooperação moral, socorro jurídico e recursos pecuniários, além de ajuda aos baianos não sócios no retorno à Bahia.
Segundo o estatuto de 1902, tal Sociedade localizava-se na rua da Quitanda, número 74. Nesta época, a diretoria da entidade compunha-se dos seguintes cargos: presidente, 1º e 2º secretários e tesoureiro, havendo um corpo de conselheiros composto por quatorze membros, distribuídos em três comissões – a de Contas, a de Sindicâncias e a de Hospitalidade.
Para se tornar sócio efetivo, o candidato deveria cumprir alguns requisitos, como ser natural da Bahia, ter boa saúde, bons costumes e uma profissão conhecida. Por sua vez, os sócios honorários não precisavam ser necessariamente baianos, nem mesmo brasileiros, aceitando-se até mesmo estrangeiros que tivessem serviços reconhecidamente prestados.
Por volta de 1907, segundo consta em estatuto, a instituição passou a denominar-se Associação Baiana de Beneficência. Outro importante acontecimento verificado no período foi a mudança da sede para a rua do Hospício, número 220.
Nesta época, já eram aceitos na entidade sócios de ambos os sexos. Quanto à faixa etária, só poderiam tornar-se sócios efetivos aqueles que tivessem entre 15 e 65 anos, sendo que os de 55 a 65 anos deveriam submeter-se a uma inspeção médica. Tal situação mudaria posteriormente, na medida em que o estatuto de 1915 somente permitia a associação de menores de 21 anos em caso de autorização dos responsáveis, de ocupação de cargos oficiais ou obtenção de economia própria.
Afirmava-se também, no citado documento, que, quando os fundos sociais da entidade atingissem determinada quantia, esta passaria a conceder auxílios em caso de moléstias e invalidez, arbitrados pelo Conselho Administrativo, de acordo com os rendimentos da sociedade, só tendo direito os sócios com mais de três anos de efetividade e com mensalidades quitadas.

Associação Baiana de Beneficência

  • Dado não disponível
  • Entidade coletiva
  • 1907 - 1994

A Sociedade Baiana de Beneficência foi fundada em 4 de julho de 1880, com a finalidade de prestar aos sócios e às suas famílias cooperação moral, socorro jurídico e recursos pecuniários, além de ajuda aos baianos não sócios no retorno à Bahia. Segundo o estatuto de 1902, tal Sociedade localizava-se na Rua da Quitanda, número 74. Nesta mesma época, a diretoria da entidade compunha-se dos seguintes cargos: presidente, 1º e 2º secretários e tesoureiro, havendo também um corpo de conselheiros composto por quatorze membros, que estavam distribuídos em três comissões – a de contas, a de sindicâncias e a de hospitalidade. Para se tornar sócio efetivo, o candidato deveria cumprir alguns requisitos, como ser natural da Bahia, ter boa saúde, bons costumes e uma profissão conhecida. Por sua vez, os sócios honorários não precisavam ser necessariamente baianos, nem mesmo brasileiros, aceitando-se até mesmo estrangeiros que tivessem serviços reconhecidamente prestados. Por volta de 1907, segundo consta em estatuto, a instituição passou a denominar-se Associação Baiana de Beneficência. Outro importante acontecimento verificado no período foi a mudança da sede para a Rua do Hospício, número 220. Nesta mesma época, já eram aceitos na entidade sócios de ambos os sexos. Quanto à faixa etária, só poderiam tornar-se sócios efetivos aqueles que tivessem entre 15 e 65 anos, sendo que os de 55 a 65 anos deveriam submeter-se a uma inspeção médica. Tal situação mudaria posteriormente, na medida em que o estatuto de 1915 só permitia a associação dos menores de 21 anos em caso de autorização dos responsáveis, de ocupação de cargos oficiais ou obtenção de economia própria. Este mesmo documento afirmava que quando os fundos sociais da entidade atingissem determinada quantia, esta passaria a conceder auxílios em caso de moléstias e invalidez, arbitrados pelo Conselho Administrativo de acordo com os rendimentos da sociedade, só tendo direito os sócios com mais de três anos de efetividade e com mensalidades quitadas.

Associação dos Arquivistas Brasileiros

  • Dado não disponível
  • Entidade coletiva
  • 1971 - 2015

A Associação dos Arquivistas Brasileiros (AAB) foi fundada em 20 de outubro de 1971 como entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, de caráter técnico, científico, cultural, profissional e de pesquisa.
Dentre as suas finalidades, destacavam-se: contribuir para o desenvolvimento e aperfeiçoamento dos profissionais de arquivo e da arquivologia, cooperar com entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, em tudo o que se relacionasse a arquivos e à arquivologia, e promover a difusão do trabalho e do conhecimento arquivístico.
O primeiro estatuto foi aprovado em Assembleia Geral em 20 de outubro de 1971, depois alterado em 8 de fevereiro de 1977, em 15 de dezembro de 2007, em 15 de dezembro de 2010 e em 21 de outubro de 2013.
Foi reconhecida como entidade de utilidade pública pelo decreto estadual n. 1200, de 23 de abril de 1977.
Conforme seus estatutos, a AAB organizava-se da seguinte forma: Assembleia Geral, Direção-Geral, Conselho Fiscal e Conselho Deliberativo e de Ética. À Assembleia Geral competia eleger, assim como destituir, a Direção-Geral e os integrantes dos conselhos, e também decidir sobre a extinção da entidade.
A Direção-Geral compunha-se de presidente, vice-presidente, secretário-geral e tesoureiro e era eleita por um mandato de dois anos. O Conselho Fiscal era integrado por, pelo menos, três membros. O Conselho Deliberativo e de Ética não podia ter menos que quatro.
Podiam ser admitidos como associados não somente pessoas que exerciam atividade arquivística como aquelas que tinham afinidade com a finalidade da Associação. Eram cinco as categorias de associados: fundador, contribuinte, mantenedor, honorário ou benemérito e estudante.
Com sede no Rio de Janeiro, na fase de implantação, organizou-se em núcleos regionais em diferentes unidades da federação. Em fins da década de 1990, em meio a mudanças na conjuntura política e econômica interna e externa à entidade, essa configuração desfez-se. A sede manteve-se como Associação dos Arquivistas Brasileiros e os núcleos regionais autonomizaram-se a partir de 1998, surgindo, então, associações de arquivistas no âmbito dos respectivos estados.
Extinta em 4 de fevereiro de 2015, na Assembleia de dissolução da Associação dos Arquivistas Brasileiros, decidiu-se a doação de seu arquivo ao Arquivo Nacional, cumprindo o que já era previsto no artigo 32, parágrafo 1 º, do estatuto da Associação, segundo o qual “a documentação de caráter arquivístico e bibliográfico da AAB deverá ser recolhida ao Arquivo Nacional”. Na mesma ocasião, foi deliberado que o remanescente do patrimônio financeiro seria igualmente doado ao Arquivo Nacional, assim como a marca do Congresso Brasileiro de Arquivologia.
A AAB, no Rio de Janeiro, teve diferentes endereços ao longo do tempo. Por ocasião de sua extinção, ocupava sua sede própria, situada na Avenida Presidente Vargas, 1733, sala 903, Centro, CEP 20210-030.

Presidentes:
1971-1973 José Pedro Pinto Esposel
1973-1975 José Pedro Pinto Esposel
1975-1977 Helena Corrêa Machado
1977-1979 Marilena Leite Paes
1979-1981 Regina Alves Vieira
1981-1983 Lia Temporal Malcher
1983-1985
1985-1987 Jaime Antunes da Silva
1987-1989 Jaime Antunes da Silva
1989-1991
1991-1993
1993-1995 Lia Temporal Malcher
1995-1997
1997-1999 Mariza Bottino
1999-2001
2001-2003
2003-2005 Lucia Maria Velloso de Oliveira
2005-2007 Lucia Maria Velloso de Oliveira
2007-2009 Lucia Maria Velloso de Oliveira
2009-2011 Heloisa Esser dos Reis; Lucia Maria Velloso de Oliveira
2011-2013 Lucia Maria Velloso de Oliveira
2013-2015 Margareth da Silva

Associação Latino-Americana de Arquivos

  • Dado não disponível
  • Entidade coletiva
  • 1973 -

A Associação Latino-Americana de Arquivos (ALA), criada em 6 de abril de 1973, em Lima, Peru, é uma entidade de caráter profissional e cultural, sem fins lucrativos, que promove o desenvolvimento arquivístico em países de língua portuguesa e espanhola. É um braço regional do Conselho Internacional de Arquivos. Sua estrutura organizacional é composta de: Assembléia Geral, Secretaria-Executiva, Secretaria-Geral, Tesouraria. A localização de sua sede é decidida pela Assembléia Geral, possui cinco classes de membros e tem como objetivo principal promover eventos tais como seminários, congressos, encontros e estabelecer convênios e outros instrumentos de cooperação a fim de promover o intercâmbio internacional.

Conselho Supremo Militar e de Justiça

  • Dado não disponível
  • Entidade coletiva
  • 1808 - 1898

O Conselho Supremo Militar e de Justiça foi criado em 11/12/1640, em Portugal, sob a denominação de Conselho de Guerra e regulamentado pelo regimento de 22/12/1643 (resoluções e ordens régias do Conselho de Guerra), sendo transformado em Conselho Supremo em 20/08/1777. O alvará de 01/04/1808 criou, na cidade do Rio de Janeiro, o Conselho Supremo Militar e de Justiça, que acumulava duas funções: administrativa (requerimentos, cartas-patentes, promoções, saldos, nomeações, etc.) e judiciária. Como Tribunal Superior da Justiça Militar, o Conselho Supremo julgava, em última instância, os processos criminais de réus sujeitos ao foro militar. O órgão exerceu suas atividades até o advento da República, tendo realizado sua última sessão em 24/06/1893.

Companhia de Financiamento da Produção. Assessoria de Segurança e Informações

  • Dado não disponível
  • Entidade coletiva
  • 1971 - 1990

A Comissão de Financiamento da Produção (CFP) foi criada pelo decreto n. 5.212, de 21 de janeiro de 1943, e era presidida pelo ministro da Fazenda, com a competência de elaborar e executar planos financeiros relacionados à produção de interesse da defesa econômica e militar do país.
Com a lei n. 1.506, de 19 de dezembro de 1951, a CFP, subordinada ao Ministério da Agricultura, passou a atuar diretamente no estabelecimento de uma política de preços mínimos para financiamento ou aquisição de cereais e outros gêneros de produção nacional.
Pela lei delegada n. 2, de 26 de setembro de 1962, a Comissão de Financiamento da Produção foi transformada em autarquia.
A lei delegada n. 5, de 26 de setembro de 1962, que organizou a Superintendência Nacional de Abastecimento (SUNAB), colocou a Comissão sob a jurisdição técnica e administrativa do referido órgão, atuando especialmente no campo do armazenamento, com objetivo de implementar um plano nacional de abastecimento de produtos essenciais, ao lado de órgãos como a Companhia Brasileira de Alimentos (COBAL), a Companhia Brasileira de Armazenamento (Cibrazen), o Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA), o Instituto Brasileiro do Sal (INS), o Instituto Nacional do Mate (INM) e o Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS).
O decreto-lei n. 79, de 19 de dezembro de 1966, que instituiu normas para a fixação de preços mínimos e execução das operações de financiamento e aquisição de produtos agropecuários, ampliou a competência do diretor—executivo da CFP, autorizando-o a baixar normas e instruções necessárias ao cumprimento das determinações da Comissão de Coordenação Executiva de Abastecimento, incluindo aquelas atinentes às condições de condicionamento, armazenagem, beneficiamento, transporte e conservação dos produtos cujo preço fosse garantido, assim como financiamento de produtos ainda não classificados.
Pelo decreto n. 60.900, de 26 de junho de 1967, a CFP passou para a esfera do Ministério da Agricultura.
O decreto n. 68.953, de 6 de maio de 1971, ao reorganizar a referida pasta ministerial (Agricultura), introduziu formalmente a Divisão de Segurança e Informações na administração central do Ministério, o mesmo ocorrendo nos órgãos a ele subordinados, entre os quais a CFP. A Assessoria de Segurança e Informações da Comissão consta na sua estrutura básica, disposta no decreto n. 77.092, de 28 de janeiro de 1976.
Em 1982, pelo decreto n. 87.868, de 25 de novembro, a Comissão de Financiamento da Produção, até então entidade autárquica, foi transformada em empresa pública, passando a denominar-se Companhia de Financiamento da Produção.
Em 1990, pelo decreto n. 99.944, de 26 de dezembro, a CFP fundiu-se com a Companhia Brasileira de Armazenamento (Cibrazen) e Companhia Brasileira de Alimentação (COBAL), formando a Companhia Nacional de Abastecimento (CNA).
Nessa altura, pela medida provisória n. 150, de 15 de março de 1990, já haviam sido extintos o Serviço Nacional de Informações, as divisões e assessorias de segurança e informações dos ministérios civis e os órgãos equivalentes das entidades da administração federal indireta e fundacional.

Banco Central Brasileiro Sociedade Anônima

  • Dado não disponível
  • Entidade coletiva
  • 1941 - 1963

O Banco Central Brasileiro S.A. foi fundado em 26/11/1939, na cidade do Rio de Janeiro, com a denominação de Casa Bancária de Crédito Nacional S/A, tendo por finalidade a realização de todas as operações de natureza bancária, com exceção das operações cambiais. Autorizado a funcionar pela carta patente nº 2225, de 11/01/1940, sua primeira diretoria era composta pelo presidente Francisco Eumene Machado de Oliveira, o superintendente Marino Machado de Oliveira e pelo gerente Prudente Sampaio. Em 1941, por alteração estatutária, sua denominação foi alterada para Banco Central Brasileiro S.A., tendo sido autorizado a funcionar como banco em 23/01/1942, por meio da carta patente nº 2570, fornecida pelo Tesouro Nacional. No período de 1961 a 1963, a instituição encontrava-se em processo de liqüidação extrajudicial.

Dória, Franklin Américo de Meneses

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1836 - 1906

Franklin Américo de Menezes Dória nasceu em Itaparica, na Bahia, em 1836 e faleceu no Rio de Janeiro, em 1906. Bacharel pela Faculdade de Direito de Recife (1859), foi promotor, juiz de Direito e chefe de Polícia em sua província, presidente das províncias do Piauí (1864-1866), Maranhão (1867) e Pernambuco (1880-1881), deputado geral (1877-1885) e ministro da Guerra e interino de Estrangeiros (1881), barão com grandeza (1888) e ministro do Império. Ocupou, na Academia Brasileira de Letras, a cadeira que tem por patrono Junqueira Freire. Escreveu trabalhos jurídicos e literários.

Cunha, José Feliciano Pinto Coelho da

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1812 - 1869

José Feliciano Pinto Coelho da Cunha, barão de Cocais, nasceu em Santa Bárbara, Minas Gerais, em 1812 e faleceu em 1869, na Vila dos Cocais, naquela mesma província. Era casado com Antônia Tomásia de Figueiredo Neves, com quem teve quatro filhos: Ana Casemira, Júlia Amália, Antônio Feliciano e Antônia Josefina. Coronel do Exército, veador da Casa Imperial e possuidor de imensa fortuna e terras, fundou em 1833, com um grupo de brasileiros em associação com capitalistas ingleses, a Companhia de Mineração Brasileira da Serra dos Cocais. Nomeado presidente da província de Minas Gerais em 1835, foi também deputado à Assembléia Geral daquela província nas legislaturas de 1838 e 1848, além de líder da bancada do Partido Liberal. Em 1842, pôs-se à frente do movimento revolucionário eclodido em Minas Gerais, comandando as forças rebeldes e sendo aclamado presidente interino. Preso, somente em 1844 foi libertado, com a anistia decretada pelo imperador aos implicados na revolta, recebendo mais tarde, em 1855 seu título de nobreza.

Porto Alegre, Manuel José de Araújo

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1806 - 1879

Manuel de Araújo Porto Alegre, barão de Santo Ângelo, nasceu em São Paulo, em 1806 e faleceu em Lisboa, em 1879. Escritor, diplomata, arquiteto e pintor, pertenceu a primeira geração de românticos. Em 1831, partiu para a Europa, retornando em 1837, quando fundou o Conservatório Dramático e a Academia de Ópera Lírica. Nomeado professor da Academia Imperial de Belas Artes, dirigiu-a de 1853 a 1857. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Fundou com Gonçalves de Magalhães, em Paris, a revista \"Niterói\" (1836) e dirigiu \"Lanterna Mágica\" (1844-1845). Foi cônsul geral na Prússia (1859-1866) e em Portugal (1866-1879). Recebeu o título de barão em 1874. Escreveu poemas como \"Brasiliana\" (1843), \"O caçador\" (1843), \"Corcovado\" (1847), etc. e peças teatrais como: \"Prólogo dramático\", \"Os lobisomens\" (comédia) e \"Os toltecas\" (tragédia em três partes).

Silva, Manuel da Fonseca Lima e

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1793 - 1869

Manuel da Fonseca Lima e Silva, filho do marechal de campo José Joaquim de Lima e Silva, nasceu no Rio de Janeiro em 10/06/1793 e faleceu, na mesma cidade, em 01/04/1869. Iniciou sua carreira militar assentando praça como cadete em 1806, tendo alcançado o posto de marechal de Exército e distinguindo-se por sua participação nas lutas contra os revolucionários pernambucanos de 1817, na Guerra de Independência na Bahia e na Campanha Cisplatina, de 1825 a 1828. Conselheiro de Guerra e Fidalgo da Casa Imperial, ocupou também os cargos de ministro da Guerra (1831 e 1835), ministro da Marinha (1835), ministro do Império (1836), vogal do Conselho Supremo Militar (1837) e comandante das armas e presidente da província de São Paulo (1844 a 1847). Em 1854, recebeu o título de barão do Suruí.

Ribeiro, Joaquim Vidal Leite

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1818 - 1883

Joaquim Vidal Leite Ribeiro, barão de Itamarandiba por decreto, a 15/06/1881, nasceu em 31/10/1818, em São João del Rei (MG) e faleceu no Rio de Janeiro, em 07/01/1883.
Filho do capitão de ordenanças Francisco Leite Ribeiro e D. Tereza Angélica de Jesus, foi fazendeiro e político em Mar de Espanha e banqueiro em Juíz de Fora (MG). Casou-se em 1853, com D. Alexina Fontoura de Andrade, que nasceu em 01/06/1839, em Santa Catarina e faleceu no Rio de Janeiro, em 19/9/1916, sendo filha de Fernando Gomes Caldeira de Oliveira Fontoura e D. Maria José da Fontoura e Castro. O casal teve oito filhos.

Andrade, Alexina Fontoura de

  • Dado não disponível
  • Pessoa
  • 1839 - 1916

D. Alexina Fontoura de Andrade, que nasceu em 01/06/1839, em Santa Catarina e faleceu no Rio de Janeiro, em 19/9/1916, sendo filha de Fernando Gomes Caldeira de Oliveira Fontoura e D. Maria José da Fontoura e Castro.

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