Fundo/Coleção EH - Agência Nacional

Área de identificação

Código de referência

BR RJANRIO EH

Título

Agência Nacional

Data(s)

  • 1935-1982 (Produção)

Nível de descrição

Fundo/Coleção

Dimensão e suporte

Filmográfico(s) -fita(s) videomagnética(s) - 19 item(ns)
Sonoro(s) -fita(s) audiomagnética(s) - 316 item(ns)
Textual(is) -sem especificação - 125,49 m
Iconográfico(s) -cópia(s) por contato - 92484 item(ns)
Iconográfico(s) -fotografia(s) - 5530 item(ns)
Iconográfico(s) -negativo(s) fotográfico(s) - 303000 item(ns)
Sonoro(s) -disco(s) - 508 item(ns)
Sonoro(s) -disco(s) ótico(s) - cd(s) - 15 item(ns)

Área de contextualização

Nome do produtor

(1945 - 1979)

História administrativa

A Agência Nacional foi criada em 25 de maio de 1945, pelo decreto-lei n. 7.582, quando foi extinto o Departamento de Imprensa e Propaganda (D.I.P.) e instituído o Departamento Nacional de Informações, subordinado ao Ministério da Justiça e Negócios Interiores. A Agência Nacional integrava o novo departamento como uma unidade administrativa com atribuições específicas. O D.I.P. foi subordinado à Presidência da República, estabelecido pelo decreto presidencial n. 5.077, de 29 de dezembro de 1939, sendo incumbido da elucidação da opinião nacional sobre as diretrizes doutrinárias do regime, em defesa da cultura, da unidade espiritual e da civilização brasileiras, cabendo-lhe a direção de todas as medidas especificadas no regimento então aprovado. Compreendia as seguintes divisões: de Divulgação (D.D.); de Radiodifusão (D.R.); de Cinema e Teatro (D.C.T.); de Turismo (D.T.); de Imprensa (D.I.). Dispunha, ainda, dos seguintes serviços auxiliares: de Comunicações (S.C.); de Contabilidade e Tesouraria (S.C.T.); de Material (S.M.); Filmoteca; Biblioteca; Discoteca. O D.I.P. havia sucedido ao Departamento de Propaganda e Difusão Cultural, este instituído pelo decreto n. 24.651, de 10 de julho de 1934. O Departamento de Propaganda e Difusão Cultural tinha as seguintes atribuições: estudar e orientar a utilização do cinematógrafo, da radiotelefonia e dos demais processos técnicos, que servissem como instrumento de difusão cultural; estimular a produção, favorecer a circulação e intensificar e racionalizar a exibição de filmes educativos; classificar os filmes educativos, nos termos do decreto n. 21.240, de 4 de abril de 1932, para se prover à sua intensificação, por meio de prêmios e favores fiscais; orientar a cultura física. Dispunha de um diretor-geral e foi organizado em Secretaria e três seções: rádio, cinema e cultura física. Pelo decreto, coube ao chefe da 2ª Seção (Cinema) presidir a Comissão de Censura Cinematográfica, composta de um representante do Ministério de Justiça e Negócios Interiores, um representante do Ministério da Educação e Saúde Pública, um representante do Ministério do Exterior, um representante do Juízo de Menores, um representante do chefe de Polícia e um representante da Associação Brasileira de Produtores Cinematográficos. Até o decreto a Comissão havia sido presidida, independente, mas cumulativamente, pelo diretor do Museu Nacional. A taxa de censura foi mantida, embora tenha sofrido alteração do valor. A Revista Nacional de Educação foi classificada como órgão de publicidade Departamento de Propaganda e Difusão Cultural. E até a organização efetiva do Departamento, a execução da radiodifusão ficava sob a responsabilidade da Imprensa Nacional. O Departamento de Propaganda e Difusão Cultural foi extinto em 1939, sucedido pelo D.I.P. (decreto-lei n. 1.915, de 27 de dezembro de 1939). A Comissão de Censura Cinematográfica foi criada no âmbito do Ministério da Educação e Saúde Pública pelo decreto 21.240, de 4 de abril de 1932, tendo em vista nacionalizar o serviço de censura dos filmes cinematográficos. Instituiu a taxa cinematográfica para a educação popular, também destinado aos serviços da Comissão e da produção da Revista Nacional de Educação. A Comissão tinha como incumbência o exame de todos os filmes propostos para exibição ao público em qualquer ponto do território nacional, cabendo-lhe declarar se o filme poderia ser exibido integralmente, se deveriam ser feitos cortes, se era educativo, impróprio para algum segmento social ou, até mesmo, inteiramente interditada a sua exibição. As competências do Departamento Nacional de Informações, então criado em 1945, eram muito semelhantes ao órgão que acabava de ser extinto: coordenar e difundir toda espécie de informações relativas ao Brasil, e em todos os setores da atividade nacional, em cooperação com os órgãos culturais dos Ministérios da Educação e Saúde e das Relações Exteriores e com os órgãos congêneres dos Estados e Prefeituras; estimular as atividades espirituais, colaborando com artistas, intelectuais e instituições culturais do país, podendo para isso estabelecer e conceder prêmios; promover, patrocinar ou auxiliar manifestações cívicas e festas populares com intuito patriótico, educativo ou de propaganda turística, concertos, conferências, exposições; superintender, organizar e fiscalizar os serviços de turismo interno e externo; fazer a censura do teatro, do cinema, de funções recreativas e esportivas de qualquer natureza, da radiodifusão, dentro das normas do decreto-lei n. 21.111, de 1º de março de 1932, e, nos casos previstos em lei, da literatura social e da imprensa; estimular a produção de filmes nacionais; promover intercâmbio com escritores, jornalistas e artistas nacionais e estrangeiros e organizar publicações de caráter cultural e turístico; organizar e dirigir os programas de radiodifusão do Governo; autorizar a concessão de favores aduaneiros para importação de papel de imprensa e registro de jornais ou periódicos, bem como de agências telegráficas ou de informações, nacionais ou estrangeiras, ouvindo os órgãos de classe. De acordo com o citado decreto-lei n.7.582/1945, a Agência Nacional integrava o corpo do Departamento Nacional de Informações ao lado das divisões de Imprensa e Divulgação, de Radiodifusão, de Cinema e Teatro, de Turismo e do Serviço de Administração. A Agência Nacional reportava-se ao diretor-geral e a ela cabia a distribuição de noticiário e serviço fotográfico, em caráter meramente informativo, à imprensa da capital e dos estados. O Departamento Nacional de Informações deveria intermediar todos os serviços de publicidade, na imprensa, dos órgãos da administração pública federal, contando, para isso, com a estrutura dos departamentos estaduais de informação que, basicamente, eram os antigos departamentos estaduais de informações. O Departamento Nacional de Informações foi extinto pelo decreto-lei n. 9.788, de 6 de setembro de 1946, mas não a Agência Nacional, que sofreu um processo de redefinição de suas funções e posição na hierarquia da administração pública, a começar por seu diretor-geral, que passou a ser de escolha do presidente da República, embora o órgão mantivesse-se subordinado ao Ministério da Justiça e Negócios Interiores. O noticiário veiculado pela Agência Nacional deveria compreender todas as informações de interesse da nação relacionadas à vida econômica, industrial, agrícola, social, cultural e artística. A Agência Nacional foi incumbida de manter o jornal cinematográfico de caráter noticioso e o boletim informativo radiofônico de irradiação para todo o país. Para o exercício de suas funções, passou a contar com uma Secretaria-Geral e uma Divisão de Informações, esta última dedicada a assuntos relativos à divulgação, cinema e rádio. As verbas da dotação orçamentária do extinto Departamento Nacional de Informações foram repassadas à Agência Nacional, embora sujeitas a alterações que viessem a ser sugeridas por uma comissão, após aprovadas pelo ministro da Justiça e Negócios Interiores. Portaria de n. 266, de 14 de dezembro de 1950, baixou instruções reguladoras da estrutura e funcionamento da Agência Nacional. O decreto n. 2.131, de 22 de janeiro de 1963, regulamentou a exibição do jornal cinematográfico Atualidades A.N. e dos documentos cinematográficos da Agência Nacional, em todo o território nacional. O jornal cinematográfico de que tratava o artigo 4º do decreto n. 9.788, de 6 de setembro de 1946, tinha prioridade para a exibição em todo o território nacional. A Agência Nacional escolheria, alternadamente, os principais circuitos lançadores das capitais em programação mensal, expedindo comunicações prévias aos estabelecimentos exibidores. As sucursais da Agência Nacional nos estados, por si ou por delegação a terceiros, distribuiriam os jornais e documentários cinematográficos, fiscalizando a sua exibição. Em 1967, pelo decreto-lei n. 166, de 14 de fevereiro, a Agência Nacional deixou a pasta do Ministério da Justiça e Negócios Interiores, passando a integrar o Gabinete Civil da Presidência da República. Pelo mesmo decreto-lei, todo o acervo deveria ser transferido para a Presidência da República. A despeito do decreto-lei n. 166/1967 e da nova subordinação da Agência Nacional, o decreto n. 60.490, de 14 de março de 1967, determinou que os assuntos administrativos da Agência Nacional, como material, pessoal e finanças, continuassem, por um tempo, como atribuição do Ministério da Justiça e Negócios Interiores. No ano seguinte (1968), pelo decreto n. 62.989, de 15 de julho, a Agência Nacional foi identificada como órgão autônomo da administração direta, ganhando autonomia administrativa e financeira, sem prejuízo de sua subordinação ao Gabinete Civil da Presidência da República. Em 1969, o Governo instituiu, pelo decreto n. 64.011, de 21 de janeiro de 1969, um Grupo de Trabalho para estudar e propor a estrutura de serviço destinado a divulgar o Brasil no exterior, integrado pelo Ministério das Relações Exteriores e Agência Nacional. O decreto-lei n. 592, de 23 de maio de 1969, ao dispor sobre a estrutura e atribuições da Agência Nacional, definiu sua organização da seguinte forma: Direção-Geral (DG); Divisão de Informações (DI); Divisão de Telecomunicações (DT); Divisão Audiovisual (DAV); Divisão de Administração (DA). O citado decreto-lei indicou também a possibilidade de se criar sucursais e desdobrar serviços para atender às necessidades da Agência Nacional (AN), desde que respeitadas as dotações orçamentárias. Em 31 de julho de 1969, a portaria n. 148 aprovou novo regimento interno da Agência Nacional. Em 31 de dezembro do mesmo ano, o decreto n. 66.025 dispôs sobre a estrutura órgão. Compreendia, então: Direção-Geral (DG); Divisão de Divulgação (DD); Divisão de Telecomunicações (DT); e Secretaria-Geral de Administração (SGA). O decreto n. 68.645, de 21 de maio de 1971, que também dispôs sobre a organização e o funcionamento da Agência Nacional, manteve a estrutura definida pelo decreto n. 66.025/1969, apenas explicitando a existência de sucursais e correspondentes nos estados e territórios. Outras portarias sucederam-se entre os anos de 1971 e 1973, alterando o regimento interno da Agência Nacional: portaria n. 47, de 1º de junho de 1971; portaria n. 86, de 29 de junho de 1973; e, portaria n. 238, de 6 de dezembro de 1974. A lei n. 6.650, de 23 de maio de 1979, que dispôs sobre a criação, na Presidência da República, da Secretaria de Comunicação Social, alterando dispositivos do decreto-lei n. 200, de 25 de fevereiro de 1967, vinculou à referida Secretaria à Radiobrás e autorizou o Executivo a transformar a Agênci

Nome do produtor

(1939 - 1945)

História administrativa

Nome do produtor

(1934 - 1939)

História administrativa

Nome do produtor

(1979 - 1988)

História administrativa

Entidade custodiadora

História arquivística

Informações sobre a entrada:
Agência Nacional (Brasil) - recolhimento - 1964
Agência Nacional (Brasil) - recolhimento - 1971
Agência Nacional (Brasil) - recolhimento - 1972
Agência Nacional (Brasil) - recolhimento - 1974 (277 volumes contendo processos de 1943 a 1971 )
Empresa Brasileira de Notícias - recolhimento - 1982
Notas referentes às imagens em movimento:
A identificação dos documentos filmográficos foi realizada em duas etapas: na primeira, foram anotados os títulos e, eventualmente, os intertítulos, de cada filme. Essa etapa desenvolveu-se em mesa de revisão ainda sobre os filmes em película, observando-se as anotações das embalagens e documentos que os acompanhavam. A seguir, foi feita a identificação de conteúdo, em moviola, de forma mais detalhada, ampliando-se as informações. Nesta etapa foram feitas consultas bibliográficas que contribuíram para a contextualização e identificação de matérias cujas imagens apenas não se mostravam suficientes. Os documentos foram descritos com o objetivo de recuperar local, data, personalidades e os eventos registrados.
A descrição foi complementada após a telecinagem, isto é, a transposição das imagens da película para o vídeo do acervo. A indexação, isto é, a eleição dos termos pelos quais podem ser recuperados os documentos, foi feita com base no Vocabulário Controlado Básico do PRODASEN, no vocabulário controlado em História do Brasil da Biblioteca do Arquivo Nacional, no volume 2 do Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR-2) e nas entradas para “Nomes Geográficos, normas para indexação” da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Os termos eleitos geraram um índice de assuntos, composto por nomes de pessoas, instituições, locais, fatos históricos e temas diversos.

Em 2010, o acervo foi nominado Memória do Mundo pelo Programa Memória do Mundo da UNESCO Brasil.

Procedência

Empresa Brasileira de Notícias. Escritório Regional de Belém - 1983 - recolhimento - 6
Empresa Brasileira de Notícias. Escritório Regional de Cuiabá - 1983 - recolhimento - 1
Empresa Brasileira de Notícias. Escritório Regional de Florianópolis - 1983 - recolhimento - 2
Empresa Brasileira de Notícias. Escritório Regional de Fortaleza - 1983 - recolhimento - 3
Empresa Brasileira de Notícias. Escritório Regional de Natal - 1983 - recolhimento - 8
Empresa Brasileira de Notícias. Escritório Regional de Recife - 1983 - recolhimento - 9
Empresa Brasileira de Notícias. Escritório Regional de São Luís - 1983 - recolhimento - 7
Empresa Brasileira de Notícias. Escritório Regional de São Paulo - 1983 - recolhimento - 5
Empresa Brasileira de Notícias. Escritório Regional de Vitória - 1983 - recolhimento - 4
Fontes, Arnaldo Luís - 1992 - recolhimento - 3

Área de conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo

Documentos de caráter administrativo, textos do programa radiofônico A Voz do Brasil e boletins diários distribuídos à imprensa, contendo divulgação dos atos governamentais, discursos do presidente da República e resumo dos principais acontecimentos nacionais e internacionais. Discos, filmes, fitas videomagnéticas e fotografias referentes a eventos ligados aos presidentes da República, às Forças Armadas, a pessoas notórias relacionadas ao governo federal e à administração pública (reuniões ministeriais, revistas a tropas militares, recepção a autoridades, inaugurações e visitas oficiais, cerimônias de posse, celebração de datas cívicas). Filmetes de divulgação de atividades governamentais. Discos de programas musicais produzidos pela Agência Nacional e discos de música popular e erudita.

Avaliação, eliminação e temporalidade

Ingressos adicionais

Sistema de arranjo

Organizado parcialmente

Documentos escritos: organizados [alfanumérica, assunto, cronológica, espécie/tipo, procedência].
Documentos iconográficos: organizados em oito subséries: Aeronáutica, Estado-Maior das Forças Armadas, Eventos, Exército, Força Expedicionária Brasileira, Marinha, Pessoas públicas, Presidentes da República.
Documentos sonoros: organizados em duas subséries: Discursos (totalmente organizados) e Música.
Imagens em movimento: as películas acham-se organizadas em seis subséries, ordenadas cronologicamente: Cine Jornal Informativo, Atualidades Agência Nacional, Brasil Hoje, Documentários, Filmetes Institucionais e Programas de TV .

Área de condições de acesso e uso

Condições de acesso

Com restrição - Em tratamento técnico
Com restrição - Acessível por fita videomagnética
Com restrição - Acessível por fita audiomagnética
Observações
Acessível por fita audiomagnética: restrição indicada para documentos sonoros.
Acessível por fita videomagnética: restrição indicada para imagens em movimento. Recomenda-se também que os usuários sigam as instruções fornecidas pela instituição na ocasião da consulta e do manuseio dos documentos.

Imagens em movimento: realizada em fita videomagnética, nos formatos VHS e Betacam ou em meio digital, no formato DVD, com material fornecido pelo usuário, mediante a assinatura de Termo de responsabilidade de uso de reproduções de documentos e do pagamento pela reprodução de acordo com a tabela de preços vigente, estabelecida por ordem de serviço.

Condiçoes de reprodução

Idioma do material

  • português do Brasil

Script do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de pesquisa

ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Acréscimos e atualizações do catálogo de filmes da Agência Nacional. Rio de Janeiro, 2002. 36 p. dig. - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Agência Nacional: inventário sumário e inventário analítico dos livros de ponto. Org. por Mariza Ferreira de Sant Ana (supervisão), Maria Vilma Marques Soares, Paulo Roberto Elian dos Santos. Rio de Janeiro, 1984. 72 p. dat. - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo de filmes da Agência Nacional. Rio de Janeiro, 2000. v. 1, 224 p. dig. - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo de filmes da Agência Nacional. Rio de Janeiro, 2000. v. 2, 211 p. dig. - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo do acervo sonoro da Agência Nacional. Rio de Janeiro, 1987. 79 p. imp. - Impressos, em livros e folhetos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo dos documentos iconográficos do fundo Agência Nacional. Série Presidentes: Governo José Linhares, 1945 a 1946; Governo Eurico Gaspar Dutra, 1946 a 1950; Posse de Getúlio Vargas, 1951; Governo Café Filho, 1954 a 1955; Governo Carlos Luz, 1955; Governo Nereu Ramos, 1955 a 1956. Rio de Janeiro, 1998. (CODAC/SDI 0001 D) - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo dos documentos iconográficos do fundo Agência Nacional. Série Presidentes: 1° Governo Vargas, 1938 a 1945; 2° Governo Vargas, 1951 a 1954. Rio de Janeiro, 1998. (CODAC/SDI 0001 A) - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo dos documentos iconográficos do fundo Agência Nacional. Série Presidentes: Governo Café Filho, 1954 a 1955; Presidente Carlos Luz assume interinamente a Presidência da República, 1955; Presidente Carlos Luz assume a Presidência da República, 1955; Governo Nereu Ramos, 1955 a 1956 . Rio de Janeiro, 1998. (CODAC/SDI 0001 F) - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo dos documentos iconográficos do fundo Agência Nacional. Série Presidentes: Governo Castelo Branco, 1964 a 1967. Rio de Janeiro, 1998. (CODAC/SDI 001-L) - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo dos documentos iconográficos do fundo Agência Nacional. Série Presidentes: Governo Costa e Silva, 1968 a 1969; Junta Militar, 1969; Governo Emílio Garrastazu Médici, 1971 a 1974. Rio de Janeiro, 1998. (CODAC/SDI 001-M) - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo dos documentos iconográficos do fundo Agência Nacional. Série Presidentes: Governo Eurico Gaspar Dutra fora do Catete, 1946 a 1950; Posse do Presidente Getúlio Vargas, 1951; Governo Café Filho, 1954 a 1955. Rio de Janeiro, 1998. (CODAC/SDI 0001 E) - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo dos documentos iconográficos do fundo Agência Nacional. Série Presidentes: Governo João Goulart, 1961 a 1964. Rio de Janeiro, 1998. (CODAC/SDI 001-K) - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo dos documentos iconográficos do fundo Agência Nacional. Série Presidentes: Governo Juscelino Kubitschek, 1956 a 1961. Rio de Janeiro, 1998. (CODAC/SDI 001-G) - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo dos documentos iconográficos do fundo Agência Nacional. Série Presidentes: Governo Juscelino Kubitschek, 1956 a 1961. Rio de Janeiro, 1998. (CODAC/SDI 001-H) - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo dos documentos iconográficos do fundo Agência Nacional. Série Presidentes: Governo Juscelino Kubitschek, 1956 a 1961. Rio de Janeiro, 1998. (CODAC/SDI 001-I) - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo dos documentos iconográficos do fundo Agência Nacional. Série Presidentes: Governo Juscelino Kubitschek, 1956 a 1961. Rio de Janeiro, 1998. (CODAC/SDI 001-J) - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo dos documentos iconográficos do fundo Agência Nacional. Série Presidentes: Governo Vargas, 1938 a 1945. Rio de Janeiro, 1998. (CODAC/SDI 0001 B) - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo dos documentos iconográficos do fundo Agência Nacional. Série Presidentes: Governo Vargas, 1951 a 1954; Visitação popular ao corpo do Presidente Vargas, 1954; Máscara mortuária do Presidente Vargas, 1954. Rio de Janeiro, 1998. (CODAC/SDI 0001 C) - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Catálogo dos documentos sonoros da Agência Nacional. 166 p. dat. - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Coordenação de Documentos Audiovisuais e Cartográficos. Área de Imagens em Movimento. Catálogo de filmes da Agência Nacional (1950-1979). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, [data?]. 414 p. - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Coordenação de Documentos Audiovisuais e Cartográficos. Catálogo de fotografias da Agência Nacional. Org. por Equipe de Documentos Iconográficos. Rio de Janeiro, 2002. 13 v., 2572 p. - Não impressos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Coordenação Geral de Processamento e Preservação do Acervo. Fundo Agência Nacional (EH): Catálogo de documentos sonoros, subsérie Discursos. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2014. 216 p. - Não impressos

Área de fontes associadas

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

Unidades de descrição relacionadas

Empresa Brasileira de Notícias -BR RJANRIO NL

Descrições relacionadas

Nota de publicação

ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Relatório das atividades em 1974. MAN: Mensário do Arquivo Nacional, v.6, n. 3, p.1-81, mar 1975. -Impressos, em periódicos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Relatório de atividades de 1972. MAN: Mensário do Arquivo Nacional, ano 4, n. 3, p. 2-48, mar. 1973. -Impressos, em periódicos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Relatório de atividades do Arquivo Nacional no exercício de 1971, apresentado pelo diretor Raul do Rêgo Lima ao excelentíssimo senhor professor Alfredo Buzaid, ministro da Justiça. MAN: Mensário do Arquivo Nacional, ano 3, n. 2, p. 3-68, fev. 1972. -Impressos, em periódicos
FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. Centro de Pesquisa e Documentação em História Contemporânea do Brasil. A Era Vargas dos anos 20 a 1945: 1937-1945: Diretrizes do Estado Novo: Educação, cultura e propaganda. Disponível em: http://www.cpdoc.fgv.br/nav_historia/htm/anos37-45/ev_ecp001.htm. Acesso em: 3 jan. 2008. -Impressos, em livros e folhetos
O RIO DE JANEIRO na República do Brasil: Getúlio Vargas e o Estado Novo, 1930-1945. Disponível em: http://www.marcillio.com/rio/hiregeva.html. Acesso em: 3 jan. 2008. -Impressos, em livros e folhetos

Área de notas

Nota

Conservação
Películas: higienizadas, acondicionadas e submetidas a processo de duplicação e telecinagem.
Higienização dos documentos sonoros - 2010-2012

Nota

Responsável da descrição
Cristina Ruth Santos

Nota

Unidade Custodiadora
Coordenação de Documentos Audiovisuais e Cartográficos - CODAC
Coordenação de Documentos Escritos - CODES

Identificador(es) alternativos

Pontos de acesso

Pontos de acesso - assunto(s)

Pontos de acesso local

Pontos de acesso - gênero

Área de controle da descrição

Identificador da descrição

BR RJANRIO EH

Identificador da instituição

BR RJANRIO

Regras ou convenções utilizadas

FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS (FEBAB). Código de catalogação anglo-americano. 2.ed. São Paulo: FEBAB, 1983-1985, 2 v.
MAROUN, Maria Célia dos Santos Bou; NEVES, Maria de Lourdes Therezinha Pacheco. Nomes geográficos: normas para indexação. Rio de Janeiro: IBGE, 1996. 21p.
CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS (Brasil). NOBRADE: Norma brasileira de descrição arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2006. 124 p.

Status

Versão preliminar

Nível de detalhamento

Completo

Datas de criação, revisão, eliminação

2015-06-03

Idioma(s)

  • português do Brasil

Sistema(s) de escrita(s)

Fontes

ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Relatório das atividades em 1974. MAN: Mensário do Arquivo Nacional, v.6, n. 3, p.1-81, mar 1975.

  • Impressos, em periódicos

ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Relatório de atividades de 1972. MAN: Mensário do Arquivo Nacional, ano 4, n. 3, p. 2-48, mar. 1973. -Impressos, em periódicos
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Relatório de atividades do Arquivo Nacional no exercício de 1971, apresentado pelo diretor Raul do Rêgo Lima ao excelentíssimo senhor professor Alfredo Buzaid, ministro da Justiça. MAN: Mensário do Arquivo Nacional, ano 3, n. 2, p. 3-68, fev. 1972. -Impressos, em periódicos

Nota do arquivista

Crédito
Documentos iconográficos: Bruna Andrade, Maria Lúcia Cerutti Miguel, Sérgio Lima.
Documentos sonoros: Almerício Santos de Souza, Carlos Eduardo Marconi de Carvalho, Elisabeth Chaffim Martins, Mara Luci Silva de Araújo da Silva, Marcus Vinícius Pereira Alves, Nei Inácio da Silveira, Pablo Mello Ferraz e Silva.
Documentos textuais: Mariza Ferreira de Sant' Ana (supervisão), Maria Vilma Marques Soares e Paulo Roberto Elian dos Santos.
Imagens em movimento:
Antonio Laurindo dos Santos Neto, supervisor da Área de Imagens em Movimento da Coordenação de Documentos Audiovisuais e Cartográficos (CODAC) do Arquivo Nacional (AN); Thiago de Oliveira Vieira, arquista AN/CODAC; Christiane de Oliveira Pereira Alvarez, arquivista AN/CODAC; Alexandra Werneck da Silva, bibliotecária AN/CODAC; Isabel Cristina da Rocha Guimarães, bibliotecária AN/CODAC.
Imagens em movimento (1982-2008):
Agnaldo Neves Santos (1983 a 1991); Ana Maria de Lima Brandão (1993 a 1996)
Clóvis Molinari Júnior (1982 a 1987 e 1992 a 2007); Elizabeth Trizuzzi (1985 a 1991); José Ivan Calou Filho (1997 a 2001); Marcus Vinicius Pereira Alves (1982 a 1986 e 1993 a 2008); Maria Amélia Gomes Leite (1991 a 1995); Mariana Lambert Passos Rocha (2006 a 2008); Túlio Alexandre Saeta (2001 a 2006).

Nota do arquivista

Agradecimentos
A todos os estagiários e terceirizados que colaboraram na organização e tratamento do acervo ao longo do tempo.

Zona da incorporação

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